13 setembro 2012

Posted by Vini |



O FCO UNNAMED, junto com o jornal Hora de Santa Catarina, entrevistou o guitarrista Gee Rocha.
Nossa perguntas foram baseadas no que os fãs nos mandaram por twitter ou pelo facebook do Nação Nx Zero.
Confira a matéria que saiu no jornal de hoje:

Com 11 anos de estrada, a falta de nexo, afirmação que deu origem ao nome da banda paulista NX Zero, vem dando certo. Lançando seu sétimo disco, Em Comum, os cinco músicos, que já tiveram o estilo musical classificado como hardcore melódico, hoje dividem o som com rappers, fazem rock’n’roll e conseguem passar, tranquilamente, por uma banda pop. Pop e envolvente. O ritmo é mais lento e, conta o guitarrista Gee, "um disco para ser ouvindo a qualquer hora do seu dia". O rock, estilo que ajudou a construir a imagem da banda, continua nas canções.
A música Maré foi a primeira a ser lançada na internet, antes mesmo de o disco chegar às lojas. A ideia, segundo o guitarrista Gee, é mostrar a nova fase. Desde 2008, com o disco Sete Chaves, a banda não lançava um trabalho só com músicas inéditas. O Em Comum vem com 12 faixas totalmente novas. Voltando da turnê no Japão, além de divulgarem o novo trabalho, os garotos abraçaram o projeto set List – shows menores, em que o público faz a seleção de músicas. Confira os principais trechos da entrevista com Gee.


Como vocês avaliam esses 11 anos de estrada?

Gee Rocha - Na verdade, a gente nunca teve pretensão de nada. Vivíamos aquilo intensamente. Quando assinamos com o Rick Bonadio (empresário e produtor), em 2006, ficamos deslumbrados.  Sonhávamos em ter uma banda para se divertir. No final das contas, estamos até ganhando dinheiro. Quando subimos ao palco, estamos sempre prontos para tocar.


Sobre o novo trabalho, das 11 faixas inéditas, qual música vocês acham que será o carro-chefe?

Gee - A Ligação é a mais pedida. Maré é a mais especial, tem uma lado muito conceitual. É uma linha que estamos trazendo para o NX Zero.


Como foi formado o repertório do disco novo?

Gee - Optamos por fazer referência à fase que estamos vivendo, às músicas que estamos ouvindo. Então, não seríamos nós se fizéssemos um CD porrada. Acho que é um disco que você pode ouvir a qualquer hora do seu dia.
Como foi a escolha da arte de capa do novo trabalho?

Gee - Tenho um amigo que é artista plástico, o Flávio Rossi. Eu perguntei se ele poderia fazer uma arte para o Nx Zero. E depois de ouvir o trabalho, fez a arte. “Foi nisso que deu”, disse ele. A “pira” é dele, eu nem quis saber o que era (risos).

Como foi a experiência de se apresentarem no Japão?

Gee - A primeira vez a gente nunca esquece. Sempre quisemos tocar fora, mas nunca pensamos que seria possível. Ai fomos convidados para tocar lá. No aeroporto, já tinha imprensa e fãs. Foi muito legal. A primeira apresentação foi em Hamamatsu, depois em Nagoya. Lotou. O último, foi um show acústico, em Puma. Mesmo sem falar japonês, a gente acabou trocando uma ideia com a galera.

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